O tártaro é um acúmulo de restos de alimentos, resíduos celulares, sais minerais e bactérias que se fixam nos dentes devido a uma higienização deficiente. O problema vai além da estética: essa placa endurecida causa irritação e inflamação na mucosa, criando um ambiente propenso ao aparecimento de cáries, halitose, gengivite e periodontite, podendo levar até à perda dentária.

Com textura dura, áspera e grudenta, o tártaro varia entre tons esbranquiçados, amarelados e escuros. Por deixar a superfície dentária porosa, ele facilita o surgimento de manchas. O alerta deve ser dobrado para fumantes e consumidores frequentes de café ou chá, hábitos que aceleram o escurecimento dos dentes.
Supragengival (salivar): Fixa-se acima da margem da gengiva e é visível a olho nu. Apresenta cor amarelada ou esbranquiçada, textura quebradiça e se acumula rapidamente próximo às glândulas salivares.
Subgengival: Forma-se abaixo da gengiva, aderindo com força à raiz do dente. Possui consistência firme e tom enegrecido ou esverdeado, podendo deixar a gengiva com tom escuro por transparência.
Higiene diária: Escove os dentes e use fio dental após cada refeição.
Escolha dos produtos: Dê preferência a cremes dentais antitártaro com flúor e use escovas de cerdas macias e arredondadas.
Troca da escova: Substitua a sua escova de dentes a cada três meses.
Enxaguantes bucais: Utilize apenas sob orientação e indicação de um dentista para auxiliar no controle bacteriano.
A alimentação tem papel direto na prevenção. O excesso de açúcar e amido nutre as bactérias da boca, acelerando sua proliferação. Da mesma forma, o tabagismo e o consumo exagerado de bebidas alcoólicas são fatores que favorecem a formação da placa bacteriana.
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